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Como é a SP-Arte? confira tudo o que você precisa saber antes da visita

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A SP-Arte, maior feira de arte do Brasil, realiza sua 22ª edição até o domingo, dia 12, no Pavilhão da Bienal, no Parque do Ibirapuera, na zona sul de São Paulo. O evento reúne as principais galerias de arte e estúdios de design do País, além de convidados internacionais, e atraí milhares de pessoas envolvidas no mercado artístico.

São 180 expositores, incluindo galerias como A Gentil Carioca (RJ), Almeida & Dale, Galatea (SP), Galeria Marco Zero (PE), Mendes Wood DM (SP), Mitre (SP), DAN Galeria (SP), Vermelho (SP), Lima (MA), MITS Galeria (SP), Yehudi Hollander-Pappi (SP) e Leonardo Leal (CE).

Entre as internacionais, estão Baró (Espanha), Casa Zirio (Colômbia), Crisis Galería (Peru), David Peter Francis (EUA), Emmanuelle G. Gallery (França, Bélgica e EUA), Foco (Portugal), Galería Sur (Uruguai), Galleria Continua (Itália, China, França, Cuba, Brasil), Kubikgallery (Portugal), LAMB (Reino Unido), Orma Art (Itália), Pasto (Argentina), Piero Atchugarry (Uruguai e EUA), RGR (México), Ruth Benzacar (Argentina) e Salar Galería de Arte (Bolívia).

Por que visitar?

Visitar a SP-Arte é uma chance de conhecer o melhor da arte e do design contemporâneo, além de conferir obras de artistas já consagrados e que nem sempre estão disponíveis em espaços institucionais. Tarsila do Amaral, Oscar Niemeyer, Candido Portinari e Di Cavalcanti têm obras em exposição, mas também é o momento de descobrir jovens artistas em ascensão, como Santídio Pereira e Fernanda Pompermayer.

Para além disso (e principalmente), a SP-Arte é o espaço ideal para começar a descobrir o mercado de arte. Se você tem interesse em comprar uma obra de arte e dar os primeiros passos em se tornar um colecionar - ou se simplesmente tem curiosidade sobre esse universo -, a feira é o local para observar, perguntar, conversar e explorar.

O que é imperdível?

Também é comum ficar perdido com tanta coisa. São 180 expositores nesta edição, 64 somente de design e 16 galerias do exterior. Vale dizer que é bom separar um tempo generoso para a visita, especialmente se você gosta de descobrir novos artistas e conversar com galeristas. E não deixe de ver nada se puder, nunca se sabe o que pode chamar a sua atenção.

Neste ano, em que o design completa dez anos como integrante da feira, vale dedicar um tempo especial aos estandes do 1º andar. A LinBrasil apresenta uma linha exclusiva de móveis assinados por Sergio Rodrigues, considerado um mestre do design brasileiro, enquanto Erik Bonissato (vencedor do prêmio Melhor Design na SP-Arte 2025) apresenta uma coleção inédita, apenas para citar alguns exemplos.

Nas artes, um afresco de Alfredo Volpi, em destaque na Dan Galeria, chama particular atenção. O mural do pintor modernista foi produzido em 1957 para a residência do arquiteto João Kon. Já na Galeria Flexa, está uma quadro de Tarsila do Amaral, Terra, de 1943, que retorna ao País dois anos após circular por exposições internacionais.

Ingressos

Os ingressos para a SP-Arte custam R$ 60 (meia) e R$ 120 (inteira), além da taxa de conveniência (R$ 7,50 e R$15).

Como chegar?

O Pavilhão Ciccillo Matarazzo fica localizado no Portão 3 do Parque Ibirapuera. De metrô, a estação mais próxima é a AACD-Servidor, na linha 5-Lilás, a cerca de a 1 km do parque. O recomendado é descer na estação e pegar um ônibus ou carro de aplicativo. Mais de dez linhas de ônibus passam pelo Portão 3, vale a pena conferir qual é a mais conveniente para você em aplicativos como Google Maps ou Moovit.

Quem for de carro pode parar no estacionamento do parque. No Portão 3, a tarifa em dias de semana é de R$ 20 por até 3 horas, com R$ 3 a cada duas horas adicionais. O valor máximo é R$ 27. Já no sábado e no domingo, o valor cobrado é único, independente do tempo: R$ 25. O valor pode mudar se acessar o parque por outros portões.

Horário de funcionamento

A SP-Arte segue até o domingo, 12, com os seguintes horários de funcionamento:

- 9 e 10 de abril - 12h às 20h

- 11 de abril - 11h às 20h

- 12 de abril - 12h às 19h

Onde comer?

É possível petiscar em algumas ativações dentro da SP-Arte - marcas e restaurantes como Ofner, Café Orfeu, Le Pain Quotidien, Blue Moon, Charlô e Cha Cha são parceiras do evento. Outra opção é o Botanikafé, restaurante e café da Bienal, que fica no mesmo prédio, fora do pavilhão. Para almoçar, por exemplo, você gastará em media R$ 100 por pessoa.

- Botanikafé (Restaurante) - ter, qua, qui, sex, dom: 12h às 17h30. Sáb: 12h às 18h30.

- Botanikafé (Café) - ter, qua, qui, sex, dom: 10h às 17h30. Sáb: 10h às 18h30.

Dentro do Parque do Ibirapuera, você também pode acessar outros restaurantes, como o Selvagem (Av. Quarto Centenário, 454 - Portão 5), o Sabiá do Parque (Próx. ao Planetário) ou o Vista Ibirapuera (cobertura do MAC USP - Av. Pedro Álvares Cabral, 1301).

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