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Em um discurso durante a recepção do rei e da rainha Camilla na Casa Branca, Trump disse que a mãe, nascida na Escócia, era admiradora da família real britânica.
"Ela amava a família real e amava a rainha (Elizabeth II). E sempre que a rainha participava de uma cerimônia ou de qualquer coisa, minha mãe ficava grudada na televisão e dizia: 'Olha, Donald, olha como isso é lindo'", disse.
"Mas também me lembro de ela dizer com muita clareza: 'Charles, o jovem Charles, ele é tão bonito'", continuou o republicano. "Minha mãe tinha uma queda por Charles. Dá para acreditar? Fico imaginando o que ela estaria pensando agora", afirmou.
O rei chegou aos EUA na segunda-feira, 27, para uma visita oficial de quatro dias. O encontro ocorre em meio a um momento de tensão na relação entre americanos e britânicos.
Trump criticou o primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer, por se recusar a apoiar as ações militares dos EUA no Irã. A divergência faz parte de um impasse mais amplo entre Trump e seus aliados da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), a quem ele chamou de "covardes" e "inúteis" por não se juntarem ao conflito no Oriente Médio.
Um e-mail interno do Pentágono, vazado na semana passada, sugeriu que os EUA poderiam reavaliar o apoio à soberania do Reino Unido sobre as Ilhas Malvinas, no Atlântico Sul, devido à falta de apoio dos britânicos na guerra. Reino Unido e Argentina travaram uma guerra pelas ilhas em 1982.
Em setembro do ano passado, Trump viajou ao Reino Unido, acompanhado da primeira-dama Melania Trump, para se encontrar com Charles.
Na segunda-feira, 27, o casal Trump ofereceu a Charles e Camilla um chá e uma visita guiada pela Casa Branca. Em seguida, o casal real participou de uma recepção com centenas de convidados no jardim da residência do embaixador britânico.
Nesta terça-feira, a agenda do rei e da rainha inclui um jantar no Salão Oval e um discurso de Charles no Congresso.
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