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Rei Charles apela para defesa da Ucrânia e defende a Otan ao discursar para Congresso dos EUA

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Rei Charles III, em visita aos Estados Unidos, lembrou ao público que a única vez em que a cláusula de defesa coletiva da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) foi acionada ocorreu após os ataques de 11 de setembro aos EUA.

"Hoje, senhor presidente, essa mesma determinação inabalável é necessária para a defesa da Ucrânia e de seu povo tão corajoso. Ela é necessária para assegurar uma paz verdadeiramente justa e duradoura", disse Charles aos parlamentares e a outras autoridades presentes no Congresso americano.

A lembrança pareceu uma defesa sutil da aliança militar transatlântica, da qual Donald Trump vem se afastando e ameaçou repetidamente retirar os EUA.

O apelo para que os aliados continuem trabalhando na Otan ocorre num momento em que divergências sobre a guerra com o Irã colocam a relação à prova - talvez no ponto mais baixo da chamada "relação especial" desde a Crise de Suez, em 1956, quando os EUA se opuseram à tentativa britânica de tomar o Canal de Suez.

Em seguida, Charles citou o primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, que Trump criticou duramente pela recusa do Reino Unido em dar maior apoio aos EUA e a Israel na guerra contra o Irã.

"Como disse meu primeiro-ministro no mês passado: a nossa parceria indispensável. Não devemos desprezar tudo o que nos sustentou nos últimos 80 anos. Em vez disso, devemos construir sobre isso", acrescentou Charles.

O monarca também fez referência ao que as autoridades de segurança descrevem como uma tentativa de assassinar Trump no fim de semana, quando ele participou de um jantar com membros de imprensa da Casa Branca. "Nós também nos reunimos no rescaldo do incidente, não muito longe deste grande edifício, que buscou ferir a liderança de sua Nação e fomentar um medo e uma discórdia ainda maiores", disse. "Permitam-me afirmar com determinação inabalável: tais atos de violência nunca terão êxito".

*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação da Broadcast, sistema de notícias em tempos real do Grupo Estado.

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